terça-feira, 29 de Abril de 2014

Pensamento do dia

O amor é como dançar sobre cacos de vidro sem ter medo de se machucar ou receios de uma cicatriz no dia seguinte,amar é rir da dor e abraçar o medo incerto de um amanhã talvez.

segunda-feira, 28 de Abril de 2014

Pensamento do dia


Uma palavra amiga, uma notícia boa 
Isso faz falta no dia a dia

domingo, 27 de Abril de 2014

Pensamento do dia

E se os pingos da chuva forem as lágrimas de dor das pessoas do mundo inteiro?

sábado, 26 de Abril de 2014

sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Pensamento do dia

Em cada noite descobri um motivo razoável para acordar amanhã.

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

# 4 Perspetivas

Mas nao, ELA estava Acordada, Bem Acordada! 

Os Dias passavam, ágora, SEM NEM Pressa Demora. Joe Cada Hora equivalia a hum Ano. Angustiada vivia SEM Saber Mais o Que a magoava: se era Estar ali, se era o Desejo de faze-lo de novo ... Tudo! Localidade: Não havia Comeco NEM FIM, Nao havia Mais nada ... apenas AQUELE árduo Sentimento Que carregava dia apos dia.

Como Consultas de nada serviam LHE, NEM ELA Própria acreditava Que Iria Recuperar.

Localidade: Não PODIA ter nada com ELA, Segundo OS Médicos poderia Cortar-se com hum ATÉ Simples Gancho para o Cabelo. Estava a desesperar, era Como se Fosse filmada 24 Horas POR dia ... Pela SUA Cabeça Só passavam Palavras negativas, Opaco enfatizadas originavam hum remoinho de contradições ... Queria escrever, queria Fazer Tudo Como se nada daquilo tivesse acontecido. Ou Como se tivesse acontecido Aquilo e ninguem tivesse Descoberto. Ou Localidade: Não queria nada Fazer, desejava ter Falecido ...

Localidade: Não tinha nada parágrafo Fazer ali, No Mundo. Localidade: Não tinha Esperança!

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

# 3 Perspetivas

E aconteceu... 

Ela acordou, depois de sofrer uma transfusão de sangue. A partir daquele momento nunca mais nada seria o mesmo... A sua vida seria colocada à prova, a sua privacidade deixaria de existir, os seus problemas viriam ao de cima.

Ali, naquela cama de hospital o tempo parecia passar muito devagar... O seu único desejo, mais do que nunca, era morrer... desaparecer. 

O olhar dos seus pais estava carregado de pena, e isso era uma das coisas que ela mais odiava. 

Precisava de sair dali... tinha que sair dali. As coisas cada vez mais deixavam de fazer sentido. E, agora quando olhava para as ligaduras que envolviam os seus braços, sentia uma vontade enorme de repetir o ato, mas desta vez de uma forma definitiva. 

Queria gritar! 

Não podia ser! Tudo aquilo era irreal, tudo aquilo não passava de um grande pesadelo do qual ia acordar.

Mas não, ela estava acordada, bem acordada! 





quinta-feira, 27 de Março de 2014

Pensamento do dia

"Verdadeiramente pedimos muito à vida, exigimos que ela seja aquilo que achamos que ela deveria de ser, só que aquilo que achamos que ela deveria de ser nunca é o suficiente, não é satisfatório, pois de cada vez que alcançamos algo que julgávamos ser o ideal para nós, um novo ideal nasce; num processo sem fim, sem descanso, vamos passando pela vida, sem a viver de verdade."

# 2 Perspetivas

Desmaiou e, pensou que tinha morrido...

Não se lembrava de ter ouvido a ambulância a chegar nem sequer os gritos histéricos e aflitos da sua mãe. A única de que se lembrava é que estivera a voar ao som de um chilrear, a rodopiar entre as estrelas. Lembrava-se, ainda, de se sentir livre e feliz, como se toda a sua vida fosse reduzida a um único momento: aquele! 

Para ela, as coisas estavam ótimas, uma vez que não sentia nada para além daquele falso bem estar. Mas, à sua volta, as coisas desmoronavam-se rapidamente... Os seus pais questionavam o porquê de tudo aquilo, nunca tinham percebido que as coisas não estavam bem, aliás, até ali pensavam que a vida da sua filha era muito simples. A sua mãe baloiçava entre as lágrimas frias que escorriam sobre a sua cara e lhe apunhalavam o coração. O seu pai caminhava sem rumo, para frente e para trás, no corredor insípido, branco, daquele hospital. Ambos ansiavam por notícias, tinham visto a morte bater-lhes à porta. Tudo estava obscuro! Não sabiam o que fazer: se a filha morresse iriam torturar-se com o porquê, mas se a filha sobrevivesse, apesar de terem a explicação para a pergunta que os assombrava, iriam continuar sem saber como lidar com ela. 

De repente, pressentiram uma grande azáfama, os médicos corriam... tentando salvar a sua filha. Pareceu-lhes que o tempo passava cada vez mais devagar, que a cada segundo algo dentro deles morriam. Precisavam dela, queriam-na, ela pertencia-lhes. Ela merecia viver, apesar de não saberem o que tinha acontecido! Precisavam que ela acordasse, que ela lhes acontecesse a sua história!

E aconteceu... 

Ana S.

quarta-feira, 26 de Março de 2014

Pensamento do dia

As respostas nunca são encontradas já os sentimentos se abrem a cada olhar, a cada palavra dita a cada imagem vista, porem a única verdade que conheço é que te amo como nunca amei alguém!"


# 1 Perspetivas

Um Novo Rumo!
Um Novo Destino!
Um novo Ponto de recomeço!

Era Tudo o Que Ela queria ...

Pensou Opaco AO faze-lo, Que AO libertar dela AQUELA dor infindável Iria Ser Livre. Pensou Que Tudo se resolveria com hum Simples ato de loucura. Todas como SUAS Ações ERAM manipuladas Pelos SEUS Pensamentos!

E, naquele dia was that Tudo acabou! Ou Antes Que Tudo começou!

Nada Fazia SENTIDO, A Ordem Das Coisas naturais Era Uma vaga Lembrança. Como distorcidas Memórias encontravam-SE, quebradas, fragmentadas. Agora, ELA caminhava, descalça, estilhaços sobre OS fazer Seu Coração. A SUA perspetiva de Vida negra era, acinzentada Como aqueles Longos FINAIS de Tarde, de hum dia tempestuoso de inverno. E, na obscuridade, na sombra daquele in-quarto desprovido de alegria ELA fez-o ... Uma e Outra Vez, Sem remorso, Sem piedade. Ela fez-o ... Um corte, outro corte, Como se Fosse Tudo Reduzido AO Simples escorrer do Sangue na pele, Como se Fosse Tudo AQUELE lento pingar, gota a gota, de hum Fluido Vermelho, Como se Toda a dor desaparecesse com como lágrimas frias Opaco lavavam o Seu Rosto.

Como fazer paredes in-quarto começaram a rodopiar e ELA sentiu Que Tudo tinha Acabado, Que um SUA Vida estava segurada POR UM Frágil fio de Ouro ... E, Como quem de corta o cordão umbilical, de forma imperiosa fez-o, Uma Vez Mais, com a intenção de Por FIM à Vida, com a intenção Opaco O Sangue levasse Tudo dela e Opaco dela fizesse o Opaco Bem entendesse.

Desmaiou e, pensou Que tinha morrido ...

Ana S.

Um beijinho meu...



Na inquietude destas palavras

Naquela noite estrelada, quando olhei o céu, vi-te refletido em todas as estrelas. Senti o teu toque no beijo lento da brisa suave. E, na penumbra, daquele meio-tom, percebi que nunca te pertenci, que aquilo que julguei ter acabou no precipício da loucura.
Encontro-me dilacerada, angustiada, corrompida, trespassada no meio de um oceano de desilusões.
E, agora, o reflexo de cada estrela toma em si a inquietude destas palavras e reorganiza as peças soltas do meu coração.

Ana S.
Olá de novo...

Há tanto tempo...

Admito que já tinha saudades disto...


Peço imensa desculpa por esta minha ausência, mas estar no décimo ano de ciências e tecnologias não é nada fácil... Contudo, hoje, ao ler o texto que publicarei de seguida, a vontade de voltar a escrever aqui atingiu-me... Não prometo uma regularidade diária, mas vou tentar escrever semanalmente.

Caros seguidores espero que ainda não tenham desistido de ler aquilo que escrevo, prometo deliciar-vos com novos pensamentos...

Beijinhos fofos,



"Reflexo

Todos os momentos são iguais excepto quando não o são, aquilo que os diferencia é a perceção que tenho deles, os momentos continuam a ser iguais, eu é que os vejo de forma diferente, é que os sinto de forma diferente. A vida que julgo ser a minha é uma mera coleção de julgamentos, julgamentos sobre o que acontece ao meu redor e que eu achava nada ter a ver comigo e digo achava porque já não penso assim, sei agora que tudo é uma mera projeção do meu interior, um espelho do turbilhão de pensamentos que pululam na minha mente; ao despertar comecei a relembrar quem sou de verdade e essa verdade diz--me que este sou é em si mesmo uma ilusão; é mais um pensamento, é parte de uma família de pensamentos que se tornaram hábitos, que se foram repetindo e que criaram esta ilusão de personalidade, que se limita, que se aconchega num corpo sob o comando de uma mente. A lembrança começou através da observação, uma observação em silêncio, um silêncio interior, pois o ruído mais pernicioso para o ser humano é aquele que se ouve apenas dentro da sua mente, é esse ruído que o ilude, que o afasta de quem é de verdade, que o mantém distraído; um ruído que o aprisiona a limites de pequenez que o fazem crer como incompleto e quando essa crença de incompletude se estabelece, o faz entrar num ciclo de procura incessante pela parte que lhe falta. Essas faltas nunca são verdadeiramente preenchidas, pois há sempre algo de novo que surge na sua atenção para o desviar da sua essência e num ciclo incessante tudo começa de novo, uma busca por mais e mais, até que o fim chega, até que o corpo, já desgastado, desiste de procurar mais, desiste de viver, mas não o diz a ninguém, apenas se apaga, apenas diz basta, quero descansar. E aquilo que nunca começou termina, num enrugado de ilusões vibrando ao sabor da vida."

terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

Não adianta escrever um capítulo novo, se você não finalizar o anterior.

segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013

“Mas acho que agora devo saber o suficiente sobre perdas para perceber que nunca deixamos de sentir falta das pessoas…apenas aprendemos a conviver com o enorme buraco deixado pela ausência daqueles que perdemos.”